Movimento Maio Amarelo

 

Com certeza alguém já foi impactado este mês de maio por algum relógio de rua, painel eletrônico da CET ou spot na rádio divulgando o Maio Amarelo – Atenção pela Vida com um laço amarelo. O Movimento Maio Amarelo,  uma ação coordenada entre o Poder Público e a sociedade civil, nasce com a proposta de chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. É um movimento internacional de conscientização para redução de acidentes de trânsito e a cor amarela foi escolhida em alusão à sinalização de advertência, utilizada nos semáforos.

 

 

 

 

A intenção é colocar em pauta o tema segurança viária e mobilizar toda a sociedade, envolvendo os mais diversos segmentos como órgãos de governos, empresas, entidades de classe, associações, federações e sociedade civil organizada para efetivamente discutir sobre o tema, engajar-se em ações e propagar o conhecimento, abordando toda a amplitude que a questão do trânsito exige.

O movimento surgiu depois que a ONU decretou em 11 de maio de 2011 o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito” com a intenção de poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milhões de vidas até 2020. Com isso, o mês de maio se tornou a referência mundial para o balanço das ações em torno da segurança viária que o mundo inteiro realiza.

A marca que simboliza o movimento, o laço na cor amarela, segue a mesma proposta de conscientização já idealizada e bem-sucedida, adotada pelos movimentos de conscientização no combate ao câncer de mama, ao de próstata e, até mesmo, às campanhas de conscientização contra o vírus HIV – a mais consolidada nacional e internacionalmente. Portanto, a escolha proposital do laço amarelo tem como intenção primeira, segundo o site do movimento, “colocar a necessidade da sociedade tratar os acidentes de trânsito como uma verdadeira epidemia e, consequentemente, acionar cada cidadão a adotar comportamento mais seguro e responsável, tendo como premissa a preservação da sua própria vida e a dos demais cidadãos”.

 

O movimento dispõe, no site, diversas peças de comunicação para download, como banners, peças para redes sociais, vídeos, outdoors, wallpapers, entre outros. Confira o vídeo:

 

 

 

 

 

Qual o exemplo que você está dando para seus filhos?

A australiana TAC (Traffic Accident Commission’s) lançou mais uma campanha sobre a segurança no trânsito. Desta vez focada no modelo que os pais são para os seus filhos, reforça a importância do bom exemplo, pois é este comportamento que será reproduzido pelas crianças quando adultas.

Em 2014, mais de um quinto dos condutores mortos nas estradas Victória, na Austrália, estavam na faixa etária entre 18 e 25 anos, de acordo com a TAC. Os números da Comissão mostram que a única faixa etária representa cerca de 14 por cento dos titulares de licenças no estado de Vitória.

Clique para acessar o site com mais informações.

Vem aí o carro que você não esperava

Criação da Artplan para o Instituto Paz no Trânsito, a campanha ressalta os perigos da utilização do telefone celular através dele mesmo.

Em tom vendedor, o anúncio alerta: “Vem aí o carro que você não esperava”. Ao acionar o QR Code com o aplicativo necessário, o leitor assiste a um video de um carro em movimento, até que outro veículo surge e uma forte colisão acontece. Veja:

As pessoas erram. Diminua a velocidade.

A seguradora de carros PSA, da Nova Zelândia, para alertar as pessoas sobre o perigo do excesso de velocidade no trânsito, lançou uma campanha que utiliza um efeito de imagem que pausa, segundos antes, a batida entre dois carros.

No comercial, os motoristas discutem sobre a razão da futura colisão, um deles explica que pensou que daria tempo para cruzar a via e que está com o seu filho no banco de trás do carro.

A intenção é pedir prudência ao volante, pois certos erros não podem ser contornados. A velocidade ainda é um fator que contribui para 20% de todos os acidentes fatais e lesões graves nas estradas da Nova Zelândia.

Criação da agência australiana Clemenger BBDO.

Celular e direção não combinam. Pegou a mensagem?

Campanhas contra o comum hábito em dirigir sob efeito do álcool, ou outras drogas, parecem existir desde sempre – e não é por menos. Porém, com o surgimento do celular, novas campanhas tiveram que vir à tona por conta de constantes acidentes ligados ao uso do aparelho enquanto dirige.

Contudo, o uso do celular não está restringido apenas às ligações. Com a evolução do aparelho, muitas pessoas passaram a mandar mensagens de SMS e MMS – talvez para contornar o fácil fragrante ao segurar o aparelho contra a orelha durante uma conversa telefônica.

O que poucos sabem – e que já mostramos aqui e aqui – é que o hábito de mandar mensagens enquanto dirige é, hoje, um dos principais fatores que geram acidentes e, consequentemente, mortes no trânsito.

Para alertar sobre este perigo comprovado, a ONG britânica Brake – que luta contra mortes no trânsito – lançou uma campanha de alerta evidenciando o risco em mandar mensagens enquanto dirige.

A campanha é composta por quatro anúncios de outdoor ilustrando sempre uma pessoa já falecida nas famosas mesas metálicas de autópsia. Para se envolver com o ambiente das mensagens, as expressões das pessoas são criadas pelos famosos emoticons. A fonte utilizada, e os títulos das peças, também fazem referência ao contexto dos SMS e MMS.

Todas as peças assinam com a orientação: “Não dirija mandando mensagens”, e a criação é da Blue Hive.