A passividade mata. Denuncie

Quem fuma e mora em São Paulo já está acostumado com as limitações impostas pelo governo com relação a fumar em locais públicos. Desde o dia 7 de agosto de 2009, fica proibido fumar em ambientes fechados de uso coletivo em todo o Estado de São Paulo.

Desde que a lei foi implementada e rigorosamente fiscalizada, tanto os consumidores passivos quanto os donos de estabelecimentos comerciais, passaram a denunciar aqueles que desobedeciam a lei.

No Peru, uma lei semelhante foi imposta pelo governo e, para estimular a denúncia por parte das pessoas que compartilham o estabelecimento, a Liga Contra o Câncer criou três anúncios impressos.

Os anúncios contam com ilustrações que retratam individuos fumando em ambientes públicos. Os desenhos demonstram a reação aconselhável para se tomar quando você vir alguém fumando nesses ambientes, e são acompanhados do título: “A passividade mata.”

As peças são assinadas com o informativo: “Está proibido fumar em lugares públicos.” A criação é da Publicis.

Entenda porque usar o celular e dirigir não combina

Já divulgamos aqui uma campanha que alertava para o habitual ato de enviar mensagens de texto pelo celular enquanto dirige. É mais do que certo que é impossível manter o mesmo grau de concentração nas duas ações, mas isto não parece impedir que as pessoas continuem a usar o celular dentro de seus veículos.

Segundo os dados do video, a cada ano milhares de pessoas morrem no volante por enviarem mensagem enquanto dirigem. A maioria das vítimas são menores de 25 anos.

Para demonstrar na prática como isto afeta a sua atenção no trânsito, a Responsible Young Drivers resolveu realizar uma ação estranha na Bélgica, pedindo justamente, para que alunos de uma auto escola dirigissem enquanto enviam mensagens de texto. Se passando por uma prova de habilidade verídica, os alunos foram alertados de que não receberiam a licença para dirigir caso falhassem no teste com o celular.

Ao longo do video é possível ver através da reação dos jovens que o objetivo foi alcançado com sucesso. “Pessoas vão morrer! “; “Se isto se tornar lei, eu paro de dirigir.”; e “O que você está pedindo é perigoso.” são algumas frases ditas pelas pessoas durante a desesperada prova.

A criação é da Publicis.

Ação de guerrilha na frente do palácio presidencial

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Uma erupção na Indonésia cobriu diversas casas na região de Sidoarjo com lama vulcânica, isso aconteceu em 2006 e até pouco tempo nada havia sido feito em prol das vítimas que perderam tudo no desastre natural. Para chamar a atenção das pessoas sobre isso a agência Publicis criou uma ação de guerrilha.

A instalação aconteceu na frente do palácio presidencial, simulando diversas casas e objetos imersos na lama. A ação ganhou destaque na internet e em diversas mídias da região, como resultado as doações paras as vítimas aumentaram e o presidente viajou até o local para verificar a situação.

Neither whores nor submissives: http://www.doyouchat.com/

A febre do chatroulette, um chat onde você pode conversar com pessoas de todo mundo aleatóriamente pela webcam, vem gerando idéias para diversas campanhas publicitárias. Este viral, do movimento feminista “Neither whores nor submissives“, feito pela agência Publicis, se aproveita do formato para combater e conscientizar as pessoas sobre a violência doméstica.

A idéia foi criar um site parecido com o da chatroulette mas que na verdade só apareciam vídeos gravados e em um deles uma garota é espancada por alguém durante a conversa. O texto diz: “Dessa vez você não pode ajudá-la. Mas se acontecer com a sua irmã, vizinha ou com uma amiga, existe algo que você pode fazer. Contate uma organização local. Ni putes ni soumises, uma organização francesa contra a violência doméstica.”