O que o mundo pensa sobre os gays, segundo o Google

Já mostramos duas campanhas aqui onde foi usado o recurso autocompletar do Google para mostrar como vivemos em uma sociedade que não reconhece os valores femininos e, também, dos negros.

Na mesma pegada, a ONU lançou uma campanha que mostra os resultados quando a procura é sobre a comunidade LGBT e, mais uma vez, o resultado é chocante. É importante ressaltar que os resultados aparecem por recorrência, ou seja, os mais relevantes, de acordo com as buscas dos usuários, aparecerão.

Veja os cartazes da campanha:

Os preconceitos envolvendo portadores de AIDS

Quando os primeiros casos de HIV foram descobertos nos EUA, Haiti e África Central em 1977 e 1978, o vírus logo foi definido como AIDS e classificado como uma nova síndrome. A partir de então, o preconceito – aliado ao medo – contra pessoas portadoras da doença, só cresceu.

O receio em ser contaminado é tanto que muita gente desfez amizades, rompeu casamentos, demitiu funcionários e bloqueou qualquer tipo de contato com os conhecidos que se descobriram portadores do vírus. Todo esse afastamento, impulsionado pela falta de informação, acabou isolando aqueles que mais precisam de apoio.

Com o passar do tempo muitos mitos a respeito dos modos de contágio da doença foram caindo, porém ainda há muitas pessoas que se sentem excluídas do meio social por revelarem-se HIV positivo.

Foi pensando em assegurar e acolher os portadores do HIV que o Grupo Vhiver – ONG brasileira fundada com o intuito de criar espaços de convivência e troca de experiências entre pessoas que vivem e convivem com o HIV/AIDS – resolveu divulgar um video com depoimentos de diversas pessoas com doenças diferentes.

A princípio parece estranho ouvir um homem dizer que já foi demitido três vezes por ser alérgico. Contudo, os depoimentos logo se tornam significantes quando a assinatura da campanha entra em cena: “E se o mundo tratasse outras pessoas doentes como tratam os portadores de HIV positivo?”

Para se informar corretamente sobre a AIDS e seus meios de transmissão, acesse o site da ONG, ou o portal do governo criado para falar sobre AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis.

A criação é da Filadélfia.

Campanha contra racismo revela o preconceito de crianças no México

Você se considera preconceituoso? E racista? Muito gente responderia “não” para as duas perguntas, mas o que falamos pode ser diferente do que pensamos. É o que demonstra o video viral que a CONAPRED (Conselho Nacional para Prevenir a Discriminação) divulgou no México.

O video retrata um interrogatório com algumas crianças do país. As perguntas têm como tema dois bonecos de bebês posicionados em cima da mesa. Um boneco é negro enquanto o outro é branco e a entrevistadora começa o questionário pedindo para que as crianças identifiquem qual boneco é o negro e qual boneco é o branco.

Ao decorrer do interrogatório, é perguntado para as crianças qual dos bonecos têm cara de mal; qual dos bonecos é mais feio; e qual boneco elas gostam menos. O negro é unânime nas escolhas.

As justificativas são ainda mais reveladoras. Algumas crianças afirmam que os negros não passam confiança, ou que são maus apenas por serem negros. No final, é feito uma pergunta: “qual boneco se parece mais com você?” e mais respostas surpreendentes surgem.

O video faz parte da campanha Racismo en México, que tem como objetivo justamente acabar com este preconceito ainda muito evidente em todo mundo. A criação é da 11-11.

Ficou chocado? O que você responderia? Será que este video mudou a resposta para a pergunta que fizemos no começo do post? Pense nisso.

Você tem preconceito? A AIDS não

1º de dezembro é o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS e, para estimular a reflexão da sociedade tanto a respeito do uso da camisinha, quanto a respeito do preconceito, o Ministério da Saúde lançou uma campanha com foco no público homossexual.

Nos últimos 12 anos, a porcentagem de casos de HIV entre pessoas de 15 a 24 anos caiu. Porém, entre gays da mesma faixa etária, este número cresceu 10,1%.

A campanha, que traz o slogan: “A AIDS não tem preconceito. Previna-se”, adotou as cores do arco-íris (bandeira que representa o grupo dos homossexuais), e aproveita para abordar dois grandes problemas: o preconceito e a propagação do vírus da AIDS.

Além do cartaz e do video, está programado para hoje a noite uma Festa da Solidariedade em Brasília. O evento contará com projeção de imagens, flash mob, apresentações, distribuição de preservativos, testes rápidos de HIV e informações sobre a doença.

Os dois lados do HIV

Nova campanha do Grupo Vhiver com criação da agência mineira Filadélfia. O Grupo surgiu em 1992 com o intuito de criar um espaço de convivência e troca de experiências entre pessoas que vivem e convivem com o HIV. Hoje é considerada uma das mais importantes ONGs de apoio aos soropositivos do Brasil.

O novo filme tenta sensibilizar doadores, mostrando que pessoas com um estilo de vida correto também podem ser contaminadas pelo HIV.