Em uma fração de segundo tudo pode mudar

Campanha desenvolvida pela TBWA Kuala Lumpur, da Malásia, para a Kidproof, chama atenção dos pais para nunca deixarem de supervisionar seus filhos. A ONG trabalha proporcionando educação de segurança para cada criança.

Na Malásia, só no ano passado, mais de 4.800 crianças foram reportadas como desaparecidas,. Lá, o problema de rapto de crianças é crônico, são quase 3 crianças que somem diariamente.

O que o mundo pensa sobre os gays, segundo o Google

Já mostramos duas campanhas aqui onde foi usado o recurso autocompletar do Google para mostrar como vivemos em uma sociedade que não reconhece os valores femininos e, também, dos negros.

Na mesma pegada, a ONU lançou uma campanha que mostra os resultados quando a procura é sobre a comunidade LGBT e, mais uma vez, o resultado é chocante. É importante ressaltar que os resultados aparecem por recorrência, ou seja, os mais relevantes, de acordo com as buscas dos usuários, aparecerão.

Veja os cartazes da campanha:

Você prefere ajudar ou ser ajudado?

Criada pela Y&R, a campanha da Santa Casa de São Paulo mostra que há várias formas de contribuir com o maior hospital filantrópico do Brasil.

“Você, que pode escolher, escolha ajudar”. Com este mote, incentiva a mobilização das pessoas contando a história protagonizada pelo Lucas, garoto de 14 anos que vive há 12 na Santa Casa devido a uma doença sem cura e que exige cuidados especiais.

Para ajudar a Santa Casa, acesse: www.santacasasp.org.br/comoajudar.

Recurso Autocompletar do Google também é chocante sobre os negros

Depois da campanha contra a discriminação e o sexismo contra mulheres que usou o recurso do Google Search de autocompletar a busca, que se baseia na relevância na rede, ou seja, o que aparece é o que os usuários mais procuram no buscador, agora foi desenvolvida uma campanha contra o racismo que também se utiliza do mesmo recurso lançada pela Comissão Australiana de Direitos Humanos.

A campanha, intitulada Racism. It stops with me. convida todos os australianos a refletir sobre o problema e, equivocadamente, aponta o Google como quem está errado, pois não leva em consideração que a mecânica do recurso autocompletar do Google se baseia nas palavras mais buscadas pelos usuários.

Veja o vídeo:

“You’re wrong, Google.
Combating racism requires reflection on channels that can poison your mind and judgement.”

Tradução livre: “Você está errado, Google. A luta contra o racismo exige uma reflexão sobre os canais que podem envenenar sua mente e seu julgamento.”