Cobaia humana para denunciar os testes em animais

No começo do ano falamos aqui sobre produtos cosméticos que continham substâncias cancerígenas, e a falta de conhecimento do público consumidor quanto a fabricação destes produtos de beleza.

Desta vez, a situação ainda retrata a falta de conhecimento das pessoas, mas por outro motivo: os testes de produtos cosméticos em animais. O número de indústrias deste ramo que pratica este ato é enorme, e o número de informação presente para os consumidores é quase inexistente.

Foi pensando em divulgar, e denunciar os testes de produtos em animais, que a Lush – empresa de cosméticos orgânicos e naturais – criou uma ação impactante na vitrine de uma de suas lojas em Londres.

A ação envolveu a criação de um laboratório fictício, onde vários experimentos e aplicações de produtos eram feitos em uma cobaia humana. Com um tratamento cruel, a cena era de tortura pura contra a mulher que serviu de vítima aos testes.

Embora tudo tenha sido armado, as imagens (e atuação dos envolvidos) chocam quem passa em frente à loja. A ação durou 10 horas, e ajudou a marca a divulgar a causa, que luta contra o teste de produtos em animais. Para ajudar a combater esta prática, assine a petição.

Aqui você pode encontrar uma lista das empresas que fazem testes em animais. Para ver a lista das empresas que não realizam estes testes, clique aqui.

O fim do “infinito”

A natureza é poderosa, sobretudo, por sua capacidade auto-regenerativa. Seus ciclos naturais ocorrem e nada é desperdiçado. As frutas que caem no solo se tornam adubo para as plantas que ali florescem. As águas que caem das nuvens em forma de chuva evaporam, criando outras nuvens com mais chuvas.

Este ciclo infinito está com os dias contados. A interferência abusiva do ser humano na natureza faz com que o final deste ciclo se aproxime cada vez mais rápido. E, como todos sabem, algo que possui um fim não pode ser chamado de infinito.

Para ilustrar a intervenção irracional do ser humano na natureza, a agência DDB do Canadá resolveu lançar três anúncios para divulgar o Earth Day (Dia da Terra) – celebrado ontem, 22 de abril – que fazem referência a interferência humana no ciclo natural do planeta.

Os anúncios utilizam pássaros, peixes e árvores formando o símbolo universal do infinito, sofrendo com a construção de prédios, pesca predatória e desmatamentos, respectivamente. As três peças terminam com a frase: “Não precisa terminar desse jeito.”

Camisinha não é só coisa de jovem

A importância do usa da camisinha já está mais do que presente na cabeça de todos. É muito difícil hoje em dia ver alguém que desconhece o preservativo e não reconhece a proteção que ele lhe fornece.

Seja para evitar uma gravidez, ou para evitar doenças sexualmente transmissíveis, a camisinha é, hoje, o método de proteção mais utilizado por casais no mundo todo. Contudo, o número de contágio por qualquer DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) ainda é muito elevado.

Muitas campanhas já foram, e ainda são, lançadas visando o público jovem. Isto se dá porque este público é o mais ativo quando se trata de relações sexuais. Porém, não devemos nos esquecer que as pessoas com mais idade também praticam sexo e também estão vulneráveis à doenças.

Para alertar aos senhores de idade sexualmente ativos sobre a importância da camisinha e os perigos de manter uma relação sem proteção, a organização americana Safer Sex 4 Seniors (Sexo Seguro Para Idosos, traduzindo) resolveu divulgar um video que quebra tabus e esboça sorriso e interesse aos que assistem.

O video ilustra diferentes idosos em diversas posições sexuais (vestidos), enquanto um dado curioso e alarmante surge na tela. O video diz: “Apenas na Flórida, DSTs em idosos aumentaram 71%. Embora existam mutias maneiras de praticar o sexo, existe apenas uma maneira de fazê-lo de forma segura. Use camisinha.”

A criação é da DDB.

Seu filho conhece seus amigos virtuais?

Seguindo a mesma mensagem do nosso último post, esta campanha mostra os perigos presentes no cyber espaço da internet. Pessoas de má indole se aproveitam do anonimato proporcionado pela internet para se passarem por outras pessoas. Estas ações muitas vezes estão relacionadas à pedofilia, invasão de privacidade e busca de informações para qualquer fim maléfico.

Para alertar os pais sobre este perigo, a ONG francesa Innocence en Danger (Inocência em Perigo, traduzindo), resolveu criar três anúncios ilustrando pessoas desconhecidas se passando por amigos comuns de crianças no mundo virtual do Facebook.

Os anúncios trazem fotos de homens adultos fazendo o sinal de positivo, fazendo referência à opção “curtir” que ficou famosa na rede social. Seus gestos de positivo cobrem o rosto, mantendo a pessoa no anonimato. Abaixo, ainda fazendo referência ao Facebook, foi colocado o campo de comentário, onde é possível ver a frase: “Seu filho realmente sabe quem curtiu seu status?”

A criação é da Herezie.

O cyber bullying existe. Fique atento

Que as crianças de hoje em dia crescem em uma geração totalmente diferente da geração dos pais, não é espanto. Hoje as crianças nascem sabendo brincar e fuçar nos mais tecnológicos tablets do mercado, ou smartphones da vida.

Sem qualquer tipo de instrução, uma criança hoje é capaz de abrir o navegador no computador, digitar o site desejado e passar horas vendo videos no YouTube ou navegando pelo Facebook.

Esta inserção das crianças no mundo tecnológico é inevitável, mas é preciso tomar muito cuidado. Assim como na rua, onde um estranho pode aparecer com más intenções, na internet essas pessoas também atacam. A internet é um meio facilitador, porque o “bandido” se torna invisível para a vítima, que não percebe aonde está se metendo.

Foi pensando na segurança das crianças que a Fundação Alia2 – ONG espanhola cuja missão é combater pornografia infantil online e cyber-bullying – resolveu divulgar um anúncio que retrata justamente este perigo iminente.

O anúncio ilustra uma criança usando um computador portátil, enquanto algumas pessoas obervam com um tom assustador e totalmente camuflados. O texto que completa e encerra o anúncio diz: “Se seu filho navega na internet sozinho, ele não deve estar.”

A criação é da TBWA.